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Segundo especialista em administração do tempo, há dois níveis de prioridades: as corporativas e as departamentais

  

“É para ontem”. “É urgente”. “Isso é prioridade”. Estas frases são comuns no mundo corporativo e nem sempre o profissional consegue distinguir realmente o que é importante ser feito naquele momento.

Para o especialista em administração do tempo e produtividade e fundador da Triad PS, Christian Barbosa, atualmente, as empresas sofrem do que ele chama de “mal da prioridade”. Ele explica que sem a clareza de prioridade, “muito se trabalha, muito estresse é gerado e no final pouca execução e resultado acontece de verdade”.

Barbosa cita uma situação corriqueira dentro das empresas: um profissional está trabalhando quando surge uma demanda urgente para ser atendida. Dois clientes com urgências pedem uma solução ao mesmo tempo. O primeiro é tranquilo, calmo e expressa sua urgência de forma mais educada, enquanto o segundo é mal humorado, indelicado, grosso e pior, não para de gritar. Quem você acha que será atendido primeiro: o calmo ou nervosinho?

Segundo o especialista, com certeza o cliente irritado será atendido primeiro. “Isso é porque em uma empresa sem prioridade, a ordem definida é de execução através da gritaria e não de prioridades”.

Dois tipos de prioridades

Cabe ao líder ajudar a sua equipe para que ela saiba definir o que deve ser feito antes e depois. “Sem essa definição, tudo é priorizado de forma empírica, por gritaria ou de forma errada. E pode ter a certeza, de que a culpa não é do time”.

Barbosa explica que existem dois níveis de prioridades: as corporativas e as departamentais. As primeiras estão relacionadas diretamente com a estratégia, missão, visão e decisões do board para o período em exercício, sendo que as prioridades corporativas devem ser específicas, ter uma ordem de importância, e não devem ultrapassar três ou quatro prioridades.

Já as prioridades departamentais “têm obviamente ligação com as prioridades corporativas, mas tem ligação com o dia a dia do departamento, de uma forma bem prática e objetiva”, diz ele.

Após esta definição, o segundo passo é comunicar as prioridades de maneira adequada. Para Barbosa, todos na empresa precisam saber exatamente o que deve ser feito quando duas situações urgentes surgirem.

“Não pela gritaria, coleguismo, nível hierárquico de quem está pedindo, mas de acordo com o que é mais importante para a empresa, que ajuda os objetivos a serem alcançados e coloca o time focado no senso de importância e não nas urgências”.

Todo líder deveria conhecer essa ciência!

Papel do líder: ser o responsável pelo aprendizado dos membros de sua equipe; uma pessoa que possa entender e acelerar a aprendizagem e, ao mesmo tempo, incentivar e integrar o pensar de seus membros e tirar deles o melhor que possuem em benefício de todos.

(Clique no título e saiba mais…)

lilivga:

Andragogia é a ciência e a arte da educação de adultos.

O ouvir e fazer é fundamental na aprendizagem dos adultos, visto que irão compreender melhor sua utilidade no enfrentamento dos seus problemas. O adulto aprende melhor na experiência prática, na vivência das situações.

Peça de decoração tem 4,5 metros de diâmetro e abriga até 16 pessoas

Da Redação

A equipe da empresa israelense O*GE Arquitetos desenvolveu um ninho gigante para que as pessoas possam incubar novas ideias. O protótipo é uma mescla de peça de mobília e playground e pretende ser um espaço deinspiração e socialização. O ninho, que tem 4,5 metros de diâmetro, pode abrigar até 16 pessoas para reuniões informais. A empresa produz a peça sob encomenda, neste e em diferentes tamanhos. A O*GE Arquitetos é sediada em Haifa, cidade no norte de Israel, e executa projetos que combinam arte, arquitetura, design, questões ecológicas e responsabilidade social.

Sem um bom gerenciamento, as finanças podem evaporar depressa, diz o consultor Reinaldo Domingos

Redação PEGN

1. TENHA CAPITAL PARA OS DOIS PRIMEIROS ANOS > É uma estimativa conservadora, mas fundamental para a perenidade de um novo negócio. Caso contrário, existe o risco de você ter de abandonar um empreendimento promissor no meio do caminho. 

2. SEPARE O DINHEIRO DA EMPRESA DO SEU > Estabeleça um pró-labore mensal mínimo para sua sobrevivência logo no começo da empresa e trate a si mesmo como um funcionário (com plano de saúde e previdência). 

3. ANALISE CADA DETALHE DO CONTRATO SOCIAL > Isso protege seu negócio e evita desentendimentos com os sócios. Estabeleça a distribuição de lucros, as condições para contrair empréstimo e até quem serão os herdeiros. 

4. TENHA MAIS DE UM FORNECEDOR > Empresas que importam ou que dependem de determinada matéria-prima devem ter mais de um fornecedor para o caso de o atual aumentar o preço ou o prazo de entrega na renovação do contrato. 

5. INCLUA MULTA NO CONTRATO DE LOCAÇÃO > “Já vi muito empreendedor quebrar por ter de devolver o ponto onde tinha estruturado seu negócio”, avisa Domingos. A dica é estabelecer uma multa em caso de devolução antecipada do imóvel. 

6. NÃO DESCONTE NOTAS COM ANTECEDÊNCIA > Não caia na tentação de começar a descontar notas a receber. “Você entra em um círculo vicioso e seu lucro vai para os juros bancários”, diz Domingos. 

7. MANTENHA O CAPITAL DE GIRO COM O VALOR DE DEZ FATURAMENTOS > Mesmo que o empreendimento não seja tão novo, mantenha capital de giro equivalente a dez vezes o valor do faturamento. “Não se pode demitir funcionários treinados ou deixar de atender a um cliente por falta de capital.” 

8. VINCULE EMPRÉSTIMO À PRODUTIVIDADE > Especialmente nos primeiros meses, em que o empreendimento é mais frágil economicamente, baseie-se em detalhadas análises de mercado antes de decidir se deve ou não procurar recursos externos. 

9. REVEJA AS DESPESAS E CORTE SUPÉRFLUOS > Corte despesas desnecessárias. Mantenha sua planilha atualizada e analise quanto gastou com cada item nos últimos três meses. Tenha um propósito definido para cada gasto. 

10. CONTRATE UMA BOA EMPRESA CONTÁBIL > Os contadores vão analisar em que regime sua empresa se encaixa e quando deverá mudar a forma de tributação. “Você pode até pagar um pouco mais caro, mas o dinheiro investido volta em forma de resultado.” 

A marca Sprout vende itens feitos de escama de peixe, bambu e algodão orgânico

Da Redação

Depois de mais de 50 anos no mercado de relógios, os donos da companhia americana começaram a se questionar como poderiam fazer um produto mais verde. Foram dois anos de pesquisa e desenvolvimento de produtos até que, no final de 2009, nasceu a Sprout, marca especializada em versões sustentáveis dos acessórios. 

Para atingir sua missão de fazer os relógios mais ecológicos, a Sprout conseguiu colocar no mercado produtos feitos com 80% de materiais biodegradáveis. Entre eles está a escama de peixe, usada nas pulseiras. O argumento é que ela é uma boa alternativa ao couro animal, uma vez que aproveita a parte do peixe não consumida pelos humanos, além de ser bastante resistente. Outros materiais utilizados nos relógios são bambu, algodão orgânico, baterias sem mercúrio e diamantes certificados.


Nota: 

Recado aos empreendedores: Inovem, busquem alternativas ecologicamente corretas, observem mais o mercado e suas transformações. As “leis do comércio” estão mudando, o consumidor não é mais o mesmo, os talentos são raros e precisam ser valorizados e, se você ainda pensa em “tocar” seu negócio como seu avô, pense bem! você pode estar caminhando para a invisibilidade comercial. rsrs

Bom dia a todos (Letícia Aquino)

Relacionar-se é permitir aprendizados. E aprendizados requerem mudanças. Quando temos alguém para nos ajudar neste processo, temos de nos sentir agraciados. Então, que venham os feedbacks.

Por Kelly Cavalcanti Gallinari

Que o feedback é um instrumento importantíssimo e imprescindível no processo de desenvolvimento profissional, não há discussões. Todos que já passaram por treinamentos de liderança, certamente tiveram instruções de como aplicar esta ferramenta para auxiliar seus liderados/pares a se tornarem profissionais melhores.

Técnicas de comunicação, etapas, controle de emoções, ambiente, positivo e negativo, tudo é bem discutido para que o ‘tiro’ não saia pela culatra. Inclusive, comento estes pontos no texto “Hora da Bronca”.

Refletindo sobre o assunto enquanto construía um novo projeto de Desenvolvimento Profissional, pensei que mesmo utilizando todas as técnicas conhecidas para um feedback eficiente, seria ainda mais tranquilo utilizar esta ferramenta se as pessoas estivessem preparadas para RECEBER uma crítica. Especialmente, as negativas.

É isso, meu povo. Tem muito feedback que não consegue fazer a ‘curva do rio’ porque quem está ouvindo a crítica não tem o menor interesse em saber o que o outro tem a dizer sobre ele. Pessoas, absolutamente, irredutíveis em suas crendices e comportamentos. Pessoas, absolutamente, inaptas ao desenvolvimento. Pessoas, mesmo sem saber, adeptas à estagnação da ignorância.

Vamos, então, desconstruir este mito. O mito de que ouvir que estamos fazendo algo inadequado é ruim e constrangedor:

1 – Quem avisa, amigo é 

Imagine que, de uma hora para outra, começou a ter mau hálito e não percebeu. Prefere que um amigo lhe avise ou prefere que as pessoas fiquem comentando pelas costas toda vez que esbarrar em alguém? Prefere que um amigo lhe dê um toque sobre o assunto, ou prefere perder um flerte porque na hora H o outro percebeu o odor desagradável vindo de você? Ter bom hálito, além de saudável em primeiro lugar, é um fator social importante e descumprir esta ‘regra’ é, no mínimo, danoso para todos os envolvidos.

Na empresa, não é diferente. A empresa tem regras. Todas tem. Se você não conhece as da empresa em que trabalha, corra para obter estas informações, pois são elas que delimitarão se está tendo uma conduta adequada ou não. São estas regras corporativas que definirão se está ou não infringindo acordos estabelecidos entre empregado e empregador.

Assim sendo, se alguém (chefe ou colega de trabalho) aparecer para lhe indicar um comportamento errôneo, incoerente com as regras, no mínimo, agradeça. Significa que você, sozinho, não tinha percebido, então, a comunicação, também chamada de feedback, veio em boa hora.

2 – Qual o problema em errar?

Errar não é sinônimo de fracasso. Errar faz parte do desenvolvimento humano. E o segundo passo é ainda melhor: assumir erros é grandioso e motivador de mudanças positivas. Assim sendo, quando receber uma crítica negativa, antes de atirar pedras, pense que se o erro existiu, não cometeu nenhum pecado capital. Como todo mundo, está em processo de melhoramento. E se está recebendo o feedback, é porque ainda apostam em sua melhora. Caso contrário, não estaria recebendo um feedback, já teria sido demitido. Valorize isto.

3 – Sim, você pode contestar 

Se tiver dúvidas sobre o que falam de você, questione. Com tranquilidade, peça argumentos. Entenda que os argumentos, tantos seus quanto de seu chefe/par, sempre terão de ter embasamento na estratégia de trabalho da empresa e nos acordos que pré-estabaleceram no início de suas atividades. Se quem lhe fala tiver uma retórica incoerente com estes fatores, convide-o a investigar as regras da empresa e, juntos, decidirem quais são os comportamentos adequados. Por isso, estar por dentro da MISSÃO, VISÃO E VALORES da corporação é imprescindível. Se este não for o caso, discutir apenas porque foi contrariado não é a melhor saída. Falar do que você não sabe é uma atitude leviana e improdutiva. Mesmo que não concorde, ouça, agradeça e, depois pesquise mais sobre o assunto. Apoderado de informações, poderá discutir com seu líder/par o assunto novamente.

4 – Feedback é um presente 

Pense no feedback como um presente. Recebê-lo é uma honra, acredite, pois ele ainda é raridade. Em muitos projetos que participei, um dos principais complicadores era a falta do feedback. Encontrei muitos profissionais totalmente desamparados de informações a respeito de seus comportamentos e que, por isso, estavam agindo em desacordo com as regras da empresa e prestes a perderem o emprego. Alguém lhe ofertou um feedback? Agarre-o.

5 – Impressões que causa no outro 

Entenda isso: você é responsável pela impressão que causa no outro.

É comum eu ouvir de profissionais que receberam feedbacks negativos e que não concordaram porque, apesar da atitude inadequada, não foi aquilo que quiseram dizer ou que queriam expressar. Os outros te enxergam o que você mostra na real e não suas intenções. Então, não fique alterado caso alguém diga que você é arrogante. Talvez você não queria ter sido, mas suas atitudes, no universo que quem lhe falou, a arrogância predominou.

6 – Controle as emoções 

Esmurrar a parede, dar socos na mesa, chorar descontroladamente, xingar. São todos comportamentos pertinentes a quem tem nega o próprio desenvolvimento. Pense comigo, ter atitudes como estas vai apagar a situação? Caso tenha mesmo tido uma atitude errônea, vai conseguir voltar atrás? Não. Então, racionalize e pense dali para frente. Segure firme e forte a oportunidade de mudança que ainda estão de dando e bola para frente. Um bom plano de ação, estruturado e acompanhado, é a solução.

Pois é, minha gente. Dar feedback precisa de técnica, responsabilidade e atenção, mas saber receber é um dos pontos altos de um profissional de alta performance. Tem muita gente perdendo oportunidades na empresa por não aceitarem opiniões a seu respeito, por não aceitarem possíveis mudanças de comportamento.

Se você quer ser dono de verdades absolutas, monte sua própria empresa, contrate você mesmo, compre de você e venda para você.

Relacionar-se é permitir aprendizados. E aprendizados requerem mudanças. Quando temos alguém para nos ajudar neste processo, temos de nos sentir agraciados. Então, que venham os feedbacks.

Abraços e até mais, caro leitor.

“Como criança, quando brincava com meus primos, aprendi muitas coisas: o menos, o mais lento ou o mais fraco de nós seria sempre o último, que teria de procurar os outros ‘esconde-esconde’ e que receberia mais boladas no jogo de ‘caçador’; o mais vivo e esperto de nossos amiguinhos terminaria sempre sendo o primeiro: aquele que chegasse por último ao objetivo seria ‘burro’, o objeto de todas as zombarias; o mais forte, mais atento e maior de nós estabeleceria as regras do jogo… sobretudo, aprendi que era importante ganhar e que perder poderia pôr a perder toda a diversão… Mas ganhar nem sempre era divertido: significava inveja, revanches e tristezas, porque a alegria de ganhar costuma ser solitária, não compartilhada. Hoje, dou-me conta de que com esses jogos infantis aprendia, ou reforçava, os valores dessa sociedade injusta em que vivemos: a competição, o egoísmo, o individualismo, a agressão. Brincando, reproduzíamos o esquema de ganhadores e perdedores, manipuladores e manipulados, opressores e oprimidos. Desde então nos acostumados a ver que a alegria e o triunfo de poucos é possível somente com a tristeza e a derrota de muitos. Que tal, então, se jogássemos reinventando os jogos, superando o medo do ridículo, fixando-nos prazer e  na alegria, antes do que em quem ganha ou perde, permitindo a participação de todos, para superar com engenhosidade o desafio, porque é importante que todos nós alcancemos a meta.”

Rosalba Gomes, publicado em Bases, periódico do Movimento 69, da Universidade Central de Venezuela, em 1989.

… a comunicação digital interna pode unir-se com outras formas de divulgação de informações com imediatismo e agilidade.

Em muitas empresas a comunicação digital ainda é uma novidade. Em outras ela ainda nem existe. O fato é que, há uma década ela surgiu como uma grande aliada para o mercado e, se bem aproveitada, poder ser obraço direito do endomarketing.

comunicação interna é de suma importância na vida dos negócios. Afinal, funcionário que está por dentro de todas as áreas da empresa, conhece os cargos e sabe o que está acontecendo no ambiente de trabalho, fica mais motivado a trabalhar e se sente integrado à organização.

Como venho falando em meus outros textos, a boa convivência e transparência são fundamentais para a eficácia de qualquer projeto de marketing interno, nutrindo um bom relacionamento tanto de patrão para funcionário quanto de funcionário para outros funcionários. Mas como divulgar acontecimentos, eventos, premiações e até mesmo promover o entrosamento entre os colaboradores de maneira satisfatória e buscando eliminar a famosa “rádio peão”? Hoje em dia há diversas formas de incluir seus colaboradores nas novidades da companhia sem gastar com impressões de circulares, panfletos e murais de recados. Sim, eles são indispensáveis para o endomarketing, porém a comunicação digital interna pode unir-se com outras formas de divulgação de informações com imediatismo e agilidade.

endormarketing digital pode ser feito através de diferentes plataformas como por exemplo, a já conhecida intranet – uma versão privada da internet – que pode conter qualquer tipo de informações pertinentes ao colaborador, como eventos, rankings, espelho de ponto, novidades da empresa e até mesmo conteúdos para downloads. Muitas empresas também utilizam blogs corporativos como ferramentas de entrosamento, com postagens e ideias fornecidas pelos próprios funcionários. A vantagem do blog é a interação nos comentários e respostas imediatas. E como não citar as tão familiares redes sociais?  Com a explosão de meios virtuais de socialização, as empresas também não perderam tempo em criar páginas em sites de relacionamento para atingirem seus clientes externos e internos. Hoje em dia as redes sociais estão se tornando um meio barato de comunicação entre funcionários, economizando em ligações e em tempo de resposta em determinadas questões.

Mesmo se tratando do cliente interno, é necessário identificar qual é a melhor forma de atingir o público-alvo.Informações intensificadas, potencializadas e bem direcionadas, crescem com a probabilidade de uma boa recepção de ideais e melhores aceitações da cultura organizacional, transformando assim seu simples funcionário em um defensor de sua marca.

NOTA:

O artigo acima mostra uma tendência do mercado que não deve ser ignorada pelas organizações, onde as empresas podem e deve usar as ferramentas disponíveis via web para melhorar a comunicação interna e externa do seu negócio, trazendo resultados visíveis e satisfatórios se bem trabalhadas. 

Uma dica para as organizações é utilizar os grupos no Facebook, onde você seleciona as pessoas que irão participar deixando bloqueadas as informações para outros usuários que não fazem parte do grupo. Com essa ferramenta de mídia social os colaboradores podem postar em tempo real acontecimentos e/ou informações de interesse de toda empresa.

(Comentário: Letícia Aquino)

O que é mais importante na qualidade de um serviço? Boas instalações? Fazer a coisa certa? Chegar na hora? Conhecimento? Bom atendimento?

Há alguns dias tratamos das 5 dimensões para avaliar a qualidade de um serviço: aspectos físicos, confiabilidade, presteza, segurança, e empatia, e apresentamos estatísticas de como o cliente, de modo geral, prioriza estes cinco aspectos: aspectos físicos (11%), confiabilidade (32%), presteza (19%), segurança (22%), e empatia (16%).

Mas como cada dimensão destas impacta a percepção do cliente?
Hoje discorremos sobre a dimensão empatia. Nos artigos seguintes detalharemos cada uma das demais.

Empatia é definida como atenção, respeito e carinho proporcionados ao cliente. Eu costumo chamar a empatia por atendimento, ou tratamento, para não confundir com o conceito de empatia como colocar-se no lugar do outro, embora estes conceitos sejam muito próximos.

Se as dimensões anteriores estão ligadas aos aspectos físicos, fazer a coisa certa, ser ágil e ter conhecimento, a dimensão empatia é aquela que mais se aproxima do relacionamento prestador do serviço e cliente. Aqui reside toda a possibilidade, e necessidade, de se dar atenção, demonstrar educação, ser cortês, polido, tratar bem, ter carinho para com o cliente.

Lembro de um caso de um médico famoso e reconhecido, que atuava numa cidade do interior de Santa Catarina (belo estado). Segundo relatos, o médico, cuja especialidade era pediatria, era competente, atualizado, assertivo, e tinha níveis de resolutividade elevados. Tinha, entretanto, um ponto negativo – era rude com as crianças.

Certa época, um outro profissional, tendo recém concluído sua residência médica na capital do estado, voltou à cidade do interior e elegeu, como seu “diferencial” prestar um atendimento carinhoso, paciente, e, acima de tudo, respeitoso para com as crianças, seus clientes. Cerca de 6 meses após seu retorno, já conquistara reputação suficiente na comunidade para ter igual volume de atendimentos que o antigo e experiente médico.

O novo médico elegeu a dimensão empatia como o seu elemento de diferenciação.

Sua equipe está dando o carinho, respeito e atenção que o cliente merece?

Por Kleber Nóbrega - via Administradores.com

O que é mais importante na qualidade de um serviço? Boas instalações? Fazer a coisa certa? Chegar na hora? Conhecimento? Bom atendimento?

Há alguns dias tratamos das 5 dimensões para avaliar a qualidade de um serviço: aspectos físicos, confiabilidade, presteza, segurança, e empatia, e apresentamos estatísticas de como o cliente, de modo geral, prioriza estes cinco aspectos: aspectos físicos (11%), confiabilidade (32%), presteza (19%), segurança (22%), e empatia (16%).

Mas como cada dimensão destas impacta a percepção do cliente?
Hoje discorremos sobre a dimensão aspectos físicos. Nos artigos seguintes detalharemos cada uma das demais.

O baixo índice usualmente apresentado pela dimensão não a desqualifica. Apenas mostra que, comparativamente às demais, ela costuma ocupar o quinto lugar. Em nossas pesquisas, a dimensão aspectos físicos costuma apresentar importância relativa entre 11 e 15%. Num único caso que tivemos - venda de móveis – apresentou 18%.

Isto significa que instalações, ambiente, aparência e apresentação não são importantes? Não. Não é que não sejam importantes. Mas não têm a importância que se costuma atribuir, quando analisados isoladamente.

(Quase) Sempre que comparamos os aspectos físicos junto aos demais, estes ficam em quinto lugar.

Parafraseando o ditado popular “gaiola bonita não enche barriga de passarinho”, o que estas estatísticas nos mostram é que de nada adianta ter uma loja ou clínica com mármore e granito se internamente os clientes são tratados de modo desatento, descuidado, descortês - quem vai querer ser freguês?

Os aspectos físicos são importantes até certo ponto. Não estamos dizendo que têm importância zero. Mas, seguramente, não vêm em primeiro lugar na avaliação dos clientes. Faça o serviço correto e na hora. Aja com disposição. Conheça o que você faz Trate bem o cliente.

Você está investindo muito nas instalações, e apresentação de seu negócio, em detrimento de como as pessoas prestam o serviço a seu cliente? Pense bem!

Por Kleber Cavalcanti Nóbrega - via administradores.com